102. A VOZ DA CONSCIÊNCIA
Sex, 17 de Março de 2017 09:14

Um pobre cego estava assentado no banco do jardim e tomava banho de sol. Passou um meninote e parou para conversar. Enquanto conversava, seus olhos pregaram-se numa moeda, atirada ao pé do mendigo. Pegou disfarçadamente o dinheiro, despediu-se e saiu de mansinho.No dia seguinte o menino passou de novo para ir à escola e olhou para o pobre. Desta vez os olhos do ancião pareciam tristes. Tinham até um ar de repreensão. O garoto sentiu remorso do que fizera na véspera e confessou:- Sim, fui eu quem pegou a moeda ontem.//- Foi você? Mas eu nem desconfiei de você. Pensei até que a tivesse perdido quando me levantei para ir embora.//- Fui eu, sim. Hoje os olhos do senhor caíram sobre mim com tanta tristeza. Peço desculpa.//- Meus olhos? Mas estes olhos são de vidro. Você não sabe que sou cego?

> Palavra de Deus: Ouvindo o ruído do Senhor que passeava pelo jardim à brisa da tarde, o homem e a mulher se esconderam do Senhor...(Gn 3,8)

ORAÇÃO: Senhor! Quantos já conseguiram anestesiar sua consciência, tornando-se insensíveis aos apelos para o bem e para a verdade! Quantos já conseguiram abolir o pecado de suas vidas, achando que nada mais é pecado! Faze-nos mais sensíveis à voz da consciência, que é o eco da tua própria voz.Faze-nos compreender que só seremos felizes no seguimento da tua voz. Amém.

 

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