130 - CALÚNIA
Qua, 12 de Abril de 2017 02:54

Edite era noiva e sonhava com o dia do casamento. Mas uma nuvem veio escurecer tudo. Algo estranho chamava a atenção dos pais, do povo do lugarejo e do próprio noivo. Seu ventre se abaulava dia por dia e ela se tornava pesadona.Os cochichos aumentavam. Os médicos diziam que os sinais de gravidez eram evidentes. O noivo dizia que não fora ele. Ela, entretanto, insistia com firmeza que era inocente.O rapaz desfez o noivado. Os pais expulsaram-na de casa. Foi acolhida por uma mulher-da-vida, que a levou para um médico de outra cidade, conhecido pela sua meticulosidade.Ouviu primeiro toda a novela. Depois pesquisou todos os sinais de gravidez e não achou nenhum positivo. Foi internada e submetida a uma cirurgia. Tratava-se de um quisto ovariano com mais de quinze litros de líquido.O doutor havia mandado chamar a família e o ex-noivo. Quando ela acordou da operação, viu-se rodeada por eles que, arrependidos, pediam-lhe perdão. Disse o pai:- Perdão, filha. Fomos tão maus. Tão sem caridade. Perdão pela calúnia, pelo falatório. Fizemos você sofrer tanto.Perdoou a todos. Também ao ex-noivo. Após muitas promessas e muitos pedidos, ela reatou o noivado. (Do livro “A dor tem sete véus”)

 

> Palavra de Deus: Deus eterno, tu penetras as coisas escondidas...Tu sabes que levantaram contra mim um falso testemunho. Eis que morro sem ter feito nada do que inventaram maliciosamente contra mim...(Dn 13,41).

 

ORAÇÃO

Rezemos com a casta Susana: Deus eterno, tu penetras as coisas escondidas...Tu sabes que levantaram contra mim um falso testemunho. Eis que morro sem ter feito nada do que inventaram maliciosamente contra mim...(Dn 13,41)

 

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