146 – A MENTIRA TEM PERNAS CURTAS
Seg, 01 de Maio de 2017 14:34

Seu Edmundo foi queixar-se ao juiz:- Senhor Juiz, antes de viajar, emprestei boa quantia de dinheiro a um tal Osvaldo. Ele não quer mais devolver.Osvaldo foi chamado, mas negou tudo. O juiz perguntou a Edmundo se tinha provas ou testemunhas do acontecido. Este respondeu: - Infelizmente não havia ninguém por perto, pois estávamos no campo. A única testemunha poderia ter sido um velho pé de amora sob cuja sombra fizemos o negócio.

  1. - E você, Osvaldo, tem alguma prova ou testemunha? - Não, senhor. Nem sequer me lembro dessa amoreira a que ele se refere.
  2. Desconfiando que “nesse mato havia coelho”, pediu a Edmundo que fosse buscar um ramo da amoreira, como prova de sua afirmação. Ele saiu imediatamente. Mas demorava em voltar. Preocupado, pediu o juiz: - Osvaldo, vá ver se o rapaz vem voltando.
  3. Sem perceber a contradição em que ia cair, respondeu: - Acho que não voltará tão cedo, embora tenha saído às carreiras. Essa amoreira fica a quatro quilômetros daqui.
  4. - Peguei você com suas próprias palavras. Poucos minutos antes afirmava de pés juntos que não sabia nada dessa árvore. Agora disse que ela fica a tantos quilômetros daqui. Guardas, não o deixem sair. Quando “seu amigo” voltar, acertaremos tudo.

> Palavra de Deus: Mas ele (Pedro) novamente negou com juramento: Não conheço este homem... (Mt 26,72-74).

ORAÇÃO: “Seja vosso falar, sim, sim, não, não! Senhor, se houvesse mais sinceridade nas relações humanas, os processos terminariam muito mais depressa.Somente “a verdade vos libertará”.

 

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