257 - A BONECA DE PANO
Sex, 18 de Agosto de 2017 11:42

A professora pediu que as meninas trouxessem suas bonecas para a próxima aula, pois iria ensinar a fazer roupinhas para elas.Era uma boa atividade escolar. Apareceram bonecas de todos os tamanhos e classes sociais: ricas e pobres. A boneca da filha do faxineiro era de pano. Foi confeccionada por ela mesma. Era pobrezinha, mal feita e chamava-se Vera. / Sua colega de banco, estranho contraste, era a dona da boneca mais bonita e grã-fina da classe. Despertou a admiração de todas, também da sua vizinha. Na hora do recreio a menina rica chamou sua companheira de banco e propôs: - Gostei da sua bonequinha de pano. Achei uma graça. Parece que você também gostou da minha. Vamos trocar? / Seria um gesto de desprendimento e solidariedade. Jamais de ambição. Sonia, a menina pobre, duvidou e desconfiou dessa oferta tão generosa. Seria uma coisa inédita. Mas ela insistiu e a troca foi feita. Esta foi a primeira renuncia de Gildete, a menina rica. Foi seu primeiro gesto de doação. Viriam outros. Até o dia em que deixou tudo para ingressar num convento de religiosas. Foi a doação de si mesma para Deus e seus irmãos. / > O heroísmo se prepara com as pequenas renúncias.

> Palavra de Deus: Quem não renunciar a tudo quanto tem, não pode ser meu discípulo  (Lc 14,33)

> Oração:Senhor, ensina-nos a dar sem calcular...a trabalhar sem pensar na recompensa... a fazer favores sem esperar um “obrigado”...a dar um sorriso quando não tiver nada para dar...a fazer tudo isso porque te agrada. Amém!

 

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